Mau cheiro no implante dental

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O mau cheiro ocorre devido à existência de macro e microgaps entre as conexões dos componentes cirúrgicos e protéticos dos implantes dentais, que são colonizados por bactérias. Significa que, independente do tipo de plataforma, ocorre a entrada de microrganismos nestes espaços, que ali proliferam e eliminam toxinas e CSV – Compostos Sulfurados Voláteis. Estas substâncias causam as inflamações periimplantares e o característico mau cheiro. Esse sinal clínico pode gerar transtornos sociais e psicoafetivos no paciente, chegando a causar repulsa pelas pessoas que com ele convivem.

Gaps permitem a entrada de microrganismos

Apesar dos sistemas cônicos (Cone Morse – CM) terem esses espaços reduzidos (3 a 5 µm) se comparados aos HE – hexágono externo e HI – hexágono interno (45 a 60µm) medidos in vitro, a situação torna-se diferente quando eles são submetidos ao carregamento in vivo.

Nesse caso, devido às flexões sofridas pelos pilares, as fendas podem aumentar chegando a 50µm para os cônicos e 200µm para os outros. Mas, mesmo sem considerar esses movimentos, o tamanho dos microrganismos permite sua penetração em todos os tipos de conexão, com relativa facilidade. Pois, as bactérias encontradas no biofilme oral variam de 0,1µm a 5µm, isto é, bem menores que os menores gaps.

Como eliminar os gaps das conexões?

Na verdade, não podemos eliminar os gaps, pois eles são inerentes às relações e dimensionamentos mecânicos. Então, para solucionar esse problema da contaminação bacteriana, diversos tipos de dispositivos, antissépticos, antibióticos e implantes, com diferentes designs, já foram utilizados desde os primórdios da implantodontia.

No entanto, esses dispositivos e fármacos empregados não foram eficazes a longo prazo, apesar de alguns terem bons resultados durante algumas horas.

Os antissépticos e antibióticos utilizados têm, portanto, um período de ação no local menor que 24h. O gel de clorexidina, por exemplo, mantém-se ativo por no máximo 12 horas e os antibióticos, que além de agirem por menos tempo ainda, podem causar um efeito colateral negativo de indução à resistência bacteriana. Dessa forma, eles não têm aplicabilidade, pois a necessidade clínica é de longo prazo, considerando por exemplo a fase de osseointegração ou o tempo de revisão das próteses que estão na faixa de meses ou anos.

Assim, nenhum desses recursos atende aos requisitos da clínica, devido à sua fugacidade.

O mau cheiro pode ser eliminado pelo Proheal

Um produto foi desenvolvido para atender essas situações, eliminando o mau cheiro, as inflamações e ultrapassando o tempo de ação desejado.  O produto foi criado há mais de 19 anos e tem estudos clínicos comprovando a sua eficácia a longo prazo.

O Proheal (lê-se prorril), além de ocupar os espaços entre as conexões dos implantes, tem ação antibacteriana e atua em superfícies expostas ao meio bucal como fios de sutura, dentes provisórios, gengivas, próteses parciais e totais, etc, evitando a aderência do biofilme oral. Nesse tipo de aplicação a sua ação é mais curta, atuando por dias, mas é o suficiente para atingir os níveis de proteção desejados.

Como o Proheal atua para eliminar o mau cheiro?

O Proheal ocupa os espaços (gaps) existentes entre as conexões impedindo a entrada dos microrganismos e pode permanecer assim, ativo e eficaz por longo tempo (anos). Sua eficácia se baseia em três pontos:

. Preenche os gaps, impedindo o trânsito e a colonização bacteriana

. Ação antisséptica

. Permanência prolongada

Ele atua também em superfícies expostas no meio oral, fechando os poros e impedindo a aderência do biofilme.

Por isso, o uso do Proheal na clínica, especialmente na implantodontia e na prótese ou dentística é um auxiliar hoje indispensável.  É ter a garantia da eliminação do mau cheiro dos implantes dentais e próteses, controle das infecções periimplantares, sucesso clínico, conforto e saúde do paciente e a desejada longevidade dos implantes.

Caso deseje mais informações do produto visite o site www.biomacmed.com.br

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